Pré-candidato a deputado federal, César Simoni critica esquerda e ditadura da toga, defende anistia e convoca união da direita para 2026
Em um discurso direto ao eleitorado conservador, o pré-candidato a deputado federal pelo PL do Tocantins, César Simoni, divulgou nesta segunda-feira, 11, um vídeo nas redes sociais em que defende mobilização política da direita para as eleições de 2026 e critica o cenário político nacional após a volta da esquerda ao poder.
Ele afirma que muitos brasileiros ficaram "desiludidos com o retorno da esquerda à cena do crime em 2022" e diz que parte da população passou a se sentir intimidada diante da ameaça à liberdade de expressão no país.
"Você que se calou a partir da prisão dos brasileiros em 8 de janeiro de 2023. Você que se sente ameaçado pela ditadura da toga, que retirou de todos nós o direito e o exercício da liberdade de expressão. Agora é a hora de reagir", declarou.
Ao defender uma reação política por meio do voto, o pré-candidato afirma que as eleições de 2026 serão decisivas para a formação de uma maioria conservadora no Congresso Nacional. "Sua arma será seu voto em 4 de outubro de 2026. Elejam deputados federais e senadores verdadeiramente comprometidos com a nação brasileira", destacou.
César Simoni também faz críticas a políticos que adotam discurso de direita apenas em períodos eleitorais.
"Chega de fisiologistas melancias: verdes por fora, mas vermelhos por dentro. Os brasileiros precisam se unir. Muitos chegarão até vocês se dizendo da direita. Muitos não são, e nunca serão", afirmou.
O pré-candidato também cita o senador Flávio Bolsonaro como nome da direita para a disputa presidencial e defende a formação de uma base conservadora forte no Legislativo federal.
"Com o pré-candidato Flávio Bolsonaro na Presidência da República, com uma Câmara Federal e um Senado da República compostos por maioria de parlamentares conservadores de direita, aí sim vamos fazer o que precisa ser feito. Vamos resgatar o direito de nos expressarmos livremente", destacou.
A mensagem é encerrada com "Deus, Pátria, Família e Liberdade", lema utilizado por movimentos conservadores e apoiadores da direita no país.
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Trajetória na segurança pública