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WANDERLÂNDIA: Djalma Júnior é acusado de perseguir servidores que não votaram em Eduardo Madruga

Chegou ao Ministério Público (MP), representação anônima, noticiando possível abuso do poder de autoridade por parte do prefeito de Wanderlândia, Djalma Júnior, após o resultado negativo das eleições gerais de 2022.

- Correio do Tocantins
13/10/2022 10h01 - Atualizado em 13/10/2022 às 10h01
1 Min

Chegou ao Ministério Público (MP), representação anônima, noticiando possível abuso do poder de autoridade por parte do prefeito de Wanderlândia, Djalma Júnior, após o resultado negativo das eleições gerais de 2022.

Consta da representação, que servidores públicos municipais, contratados, estão sendo reprimidos após o resultado das eleições, por não terem votado no candidato a deputado estadual, Eduardo Madruga (PSD), apoiado pelo referido prefeito.

O MP por sua vez, expediu intimação ao noticiante para complementar as informações, apresentando eventuais informações ou outros elementos de prova subsequentes e hábeis a contribuir com a investigação, especialmente documentos e print’s, bem como indicar nomes de eventuais servidores municipais que foram oprimidos pelo atual prefeito Djalma Júnior.

A denúncia também foi encaminhada à Procuradoria Regional Eleitoral no Tocantins para ciência e adoção das providências que entender pertinentes.


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