"O que nos assustava no momento da concessão hoje é um pesadelo para nós tocantinenses. Muitos pontos de asfalto com a manutenção não feita, falta iluminação noturna nos pontos de pedágio, poucos ou um colaborador após às 18h e o pior não se fala mais em duplicação daquele trecho. A única obra muito bem-feita pela empresa são as praças de cobrança de pedágio", relatou.
"Tanto a empresa quanto a ANTT tem se feito de surda quando se trata das obras no Tocantins. Aqui peço ao órgão que nos apresente um calendário exequível para que o tocantinense tenha à disposição e saiba que daquele dia em diante as máquinas começarão a roncar", disse. E aconselhou o diretor-geral, Rafael Vitale: "por tudo que ouvi nesta Comissão acredito que falta à ANTT mais fiscalização do que é necessário, cobrança das concessionárias para investirem na rodovia e demandar menos aos usuários", concluiu.