"A obra não acontece, então existe um prejuízo tremendo. A economia de um país precisa cada vez mais da desburocratização, de ter efetivamente servidores dispostos a trabalhar pelo desenvolvimento do Brasil. Então eu queria saber no que tange ao Tocantins se existe um cronograma das atividades e qual a previsão de finalizar um estudo que dura mais de cinco anos", questionou o parlamentar.
"Explodem dinamites a todo momento, penso que o impacto é até maior do que seria pela confecção e finalização da BR-242. O Ibama sentou literalmente no estudo e não permite que o tocantinense, que o Oeste baiano e que o Sul e o Leste mato-grossense se conectem".
"Apesar de ser um trecho pequeno é um licenciamento difícil, mas o Ibama está priorizando e assim que tivermos avanço sobre essa questão estaremos informando ao deputado federal", concluiu.