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Decisão do STF sobre distribuição de sobras eleitorais pode devolver mandato a Célio Moura

Por Thiago de Castro - Correio do Tocantins
14/03/2025 00h38 - Atualizado há 2 semanas
2 Min

Uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a distribuição das sobras eleitorais pode provocar mudanças na representação do Tocantins na Câmara dos Deputados. Com a nova interpretação, Célio Moura (PT) acredita ter chances concretas de reassumir o mandato, já que o cálculo das cadeiras será refeito pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O que mudou nas sobras eleitorais?

A regra anterior exigia que os partidos alcançassem um percentual mínimo do quociente eleitoral para disputar as sobras de vagas. No entanto, o STF determinou que todas as legendas podem participar da divisão, independentemente desse critério. Essa alteração já impactou a bancada tocantinense, resultando na substituição do deputado federal Lázaro Botelho (PP) por Tiago Dimas (Podemos).

Agora, com o TSE revisando os cálculos, há a possibilidade de mais uma reconfiguração nas cadeiras do estado. Se as projeções de Célio Moura estiverem corretas, Eli Borges (PL) poderá perder seu posto na Câmara.

A aposta de Célio Moura

Candidato pela Federação PT, PV e PCdoB, Célio Moura recebeu 36.186 votos na eleição de 2022 e argumenta que a nova interpretação das sobras eleitorais favorece sua candidatura. Segundo seus cálculos, apenas dois deputados garantiram vaga diretamente pelo quociente eleitoral: Antonio Andrade (Republicanos) e Carlos Gaguim (União Brasil). A partir da segunda fase da distribuição, ele defende que haveria espaço para que sua coligação conquistasse mais uma cadeira.

Para especialistas em Direito Eleitoral, como Juvenal Klayber, a decisão do STF abre um precedente importante e pode provocar ajustes em diversas bancadas pelo país. Segundo ele, o TSE deverá oficializar em breve as mudanças necessárias para adequar o resultado das eleições à nova regra.

O impacto político da possível mudança

Se Célio Moura reassumir uma cadeira na Câmara, o Partido dos Trabalhadores e seus aliados ganharão mais força no Congresso. Além disso, a nova composição pode influenciar a destinação de recursos federais ao Tocantins, assim como o alinhamento político do estado com o governo.

O TSE ainda precisa concluir a recontagem dos votos e divulgar sua decisão oficial. Até lá, a expectativa é grande entre os parlamentares que podem ser diretamente afetados pela redistribuição das cadeiras.

 


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