30/03/2022 às 11h15min - Atualizada em 30/03/2022 às 11h15min

Mecânico que matou colega de trabalho em Palmas é condenado a 22 anos de reclusão

Thiago de Castro - Correio do Tocantins
O mecânico Rony Franco de Bessa, que matou o também mecânico Henrique Pereira da Silva em 6 de abril de 2014, em Palmas, foi condenado a pena de 22 anos de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado, sem direito a recorrer em liberdade. A sessão do Tribunal do Júri em que ocorreu o julgamento aconteceu na segunda-feira, 28.

Conforme a acusação sustentada pelo promotor de Justiça André Ramos Varanda, o crime ocorreu por motivo fútil, decorrente de ciúmes. O autor e a vítima trabalhavam em uma empresa de transporte coletivo da capital e tinham como amante uma funcionária da mesma firma, sem que um soubesse da relação dela com o outro.

No dia anterior ao homicídio, Rony apoderou-se do celular da amante, viu as mensagens que ela trocava com Henrique e começou a se comunicar com ele, como se fosse a mulher. Nisso, Rony marcou um encontro, atraindo a vítima para o local do crime. Na hora e local marcados, o denunciado agrediu a vítima com diversos golpes de faca, inclusive no pescoço, causando sua morte.

O Conselho de Sentença acatou as qualificadoras de motivo fútil e de uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, sustentadas pelo representante do Ministério Público do Tocantins (MPTO).

Segundo relatou o promotor de Justiça André Ramos Varanda, o autor do homicídio namorava uma menor de idade, filha da mulher que mantinha relação simultânea com ele e Henrique. A moça desconhecia a relação da mãe com o seu namorado, mas ficou indignada ao descobrir o relacionamento dela com Henrique. Por isso, participou da cena do crime, discutindo com a vítima e agredindo-a com um capacete. Enquanto a discussão ocorria, o denunciado impediu que Henrique fugisse, colocando sua moto na frente da dele.

Outro crime

Rony Franco de Bessa, que atualmente se encontra detido, foi denunciado pelo MPTO no último dia 25 pela prática de crimes contra a dignidade sexual, perpetrados de forma reiterada contra uma mulher entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Na denúncia, são relatadas situações de tentativa de estupro, perseguição sexual, importunação sexual e ameaça.
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