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Promotores Caleb Melo e Matheus Adolfo lideram ação do MPTO contra exploração sexual em Colinas

- Correio do Tocantins
28/08/2025 18h42 - Atualizado há 1 dia
2 Min

O Ministério Público do Tocantins (MPTO) realizou nesta terça-feira, 26, uma ação conjunta em Colinas do Tocantins com foco na conscientização e no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. A atividade foi conduzida pelo promotor de Justiça Caleb Melo, da 1ª Promotoria de Justiça do município, e pelo promotor Matheus Adolfo dos Santos da Silva, da 4ª Promotoria, ambos com atuação voltada à infância, juventude e à proteção de vítimas de crimes.

Palestras e denúncias

A iniciativa foi direcionada a alunos do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), após denúncia de possíveis abusos dentro da instituição. Segundo o MP, as palestras têm estimulado a quebra do silêncio, permitindo que novas denúncias sejam feitas por vítimas que antes desconheciam que determinadas situações configuravam crime.

 

Lei Henri Borel e canais de denúncia

No encontro, foram tratados temas como a Lei Henri Borel, que fortalece a proteção das vítimas de violência infantojuvenil, além da importância de recorrer às autoridades diante de casos suspeitos. Os estudantes foram informados sobre os canais de denúncia disponíveis, como site e aplicativos do MPTO e sobre a possibilidade de procurar diretamente a Promotoria de Justiça para relatar abusos.

Garantia de sigilo e proteção

Os promotores também reforçaram que todas as denúncias recebem tratamento sigiloso, tanto para as vítimas quanto para os comunicantes. Foram repassadas orientações sobre como identificar situações de risco, proteger-se de investidas criminosas e buscar apoio de forma segura.

 

 

Informação como ferramenta de proteção

A ação destacou ainda a importância da informação como instrumento de combate à violência. Foram esclarecidos pontos da legislação que tipificam abuso sexual e estupro de vulnerável, reforçando que a proteção integral deve garantir às crianças e adolescentes o direito à dignidade e à liberdade.

 

“O enfrentamento à violência sexual exige a participação ativa da sociedade. É fundamental que todos estejam informados e engajados para quebrar ciclos de silêncio e impunidade”, frisaram os representantes do MPTO.


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